Amanhã é dia de colher
É dia de vasculhar os verdes pastos
Seguindo os rastros do boi Zebu.
Seguiremos após a tempestade
Cantarolando Ventania
Em busca da chave dourada
Faremos um chá de gosto ruim
Que vai liberar o espírito
Dos nossos convidados
Os espíritos das matas
Já preparam o banquete
Que saciará a nossa fome de saber
E só quem sabe é que percebe
Que esta festa é para os livres
Que não tem medo de caretas
E nossas auras vão brilhar
Junto com o nosso sangue,
Ferverá o sumo do santo fungo.


Olá, uma colega me enviou um selo de reconhecimento que está rolando entre os blogs. Me parece que quem recebe indica mais algumas pessoas. Para agradecê-la e de certa forma divulgar os blogs que eu gosto eu indiquei o seu também. Dá uma olhada la no meu. Um beijo.
ResponderExcluir